FLORESTA HISTÓRICA

Uma floresta viva de 8,5 hectares, em regeneração há mais de 50 anos, localizada na área urbana de Belém, no Pará.
Essa é a Capoeira do Black, um fragmento florestal na sede da Embrapa Amazônia Oriental que abriga mais de 1.000 árvores e uma curiosidade: aqui temos mais espécies de plantas do que em todo o Reino Unido!
Neste sábado (23/5), a Capoeira do Black mais uma vez deixou de ser apenas um local de pesquisa e se transformou em um laboratório vivo para a comunidade.
Em celebração ao Dia Internacional da Biodiversidade – 22 de maio -, o Centro Capoeira, coordenado pela Embrapa, realizou uma imersão na floresta focada na observação da biodiversidade e no registro colaborativo.
Com o celular na mão e o aplicativo gratuito iNaturalist, cada participante praticou a ciência cidadã, fotografando fauna, flora e fungos presentes no ambiente. Esses registros vão alimentar uma base de dados global para auxiliar investigações de cientistas do mundo todo.
A ação faz parte da Semana Nacional da Biodiversidade, que ocorre de 18 a 24 de maio. Instituições e grupos organizados de todo o país de um circuito nacional proposto pela Aliança pelo Monitoramento Participativo da Biodiversidade Brasileira (AmpBio). E a Embrapa, por meio do Centro Capoeira, não poderia ficar de fora!
O Centro Avançado em Pesquisas Socioecológicas para a Recuperação Ambiental – Capoeira – reúne mais de 180 pesquisadores de 33 instituições e é dedicado à recuperação de ecossistemas desmatados e degradados. O centro é financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e recebe apoio do Global Centre on Biodiversity for Climate (GCBC), do Reino Unido.
O nosso muito obrigado a todos os participantes e pesquisadores que transformaram o nosso sábado em um dia de descoberta e conservação!
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